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As mulheres que fazem parte do agronegócio, além de terem conquistado um espaço importante em suas carreiras, inspiram e fazem o setor avançar com mais equidade de gênero. Hoje, elas estão no campo, nos centros de pesquisa, trabalham em diversas áreas do agronegócio e ocupam posições de liderança. Mas, apesar dos avanços, ainda há muitos desafios.

Para entender melhor a participação feminina no agronegócio brasileiro, as Agroligadas, com o apoio da Corteva Agriscience, Abag (Associação Brasileira do Agronegócio) e Sicredi, conduziram uma pesquisa nacional para avaliar como essas mulheres percebem os avanços em torno do tema, além de relacionar os desafios ainda presentes.

O estudo, conduzido pela Fran6 Pesquisas, ouviu 408 mulheres que atuam no agronegócio, de norte a sul do país, e traz dados importantes sobre a situação da mulher rural em um momento em que é fundamental reconhecer a importância das mulheres na agropecuária e identificar obstáculos que as impedem de ter uma participação plena e bem-sucedida no setor.

Hoje, a atuação da mulher na agricultura e na pecuária está cada vez mais ampla e em crescimento. Para “dentro da porteira”, temos as produtoras rurais, pecuaristas e aquelas que trabalham ou prestam serviços dentro da fazenda, como especialistas em inseminação de gado, microbiologistas na detecção de combates naturais e organismos na lavoura, certificadoras de qualidade do processo de produção, e muitas outras atividades.

O estudo foi realizado em 2021, com método híbrido, envolvendo entrevistas telefônicas, coleta face a face e questionário online.

 

Confira os dados da pesquisa