Strategic Agenda for Brazilian Agroindustry – Executive Version

02.09.26

This executive version provides a summary of the Agenda, presenting an integrated vision of the capabilities Brazil needs to strengthen in order to increase the competitiveness of its agroindustry in the coming decades.

More than just a set of sectoral proposals, it constitutes a long-term strategy to strengthen the business environment, expand national productive capabilities, and consolidate Brazil’s leadership in the sustainable production of food, fibers, bioenergy, biomaterials, and other bio-based solutions.

To organize this vision in a clear, integrated, and accessible way, the Agenda is structured around 3 strategic dimensions, 7 pillars, and 23 structuring topics.

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Address by ABAG President Ingo Plöger during the Opening Ceremony of the 25th Brazilian Agribusiness Congress, held on August 10, 2026, at the Sheraton WTC São Paulo Hotel.

Discurso do presidente da Abag, Ingo Plöger, durante a Cerimônia de Abertura do 25º Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado no dia 10 de agosto de 2026, no Sheraton WTC São Paulo Hotel.

Esta é a versão executiva, um resumo da agenda que contempla uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas.

Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.

Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.

Esta agenda organiza uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas. Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.

Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.

Produzido pela Carbonn Nature, Instituto Equilíbrio e IEAg, o estudo demonstra que o agro brasileiro ocupa uma posição estratégica na agenda climática nacional e internacional. A análise evidencia que o mercado de carbono pode funcionar como instrumento relevante de financiamento da descarbonização do setor.

Práticas como o manejo aprimorado de terras agrícolas, o tratamento de dejetos animais, a redução de metano entérico e o uso de biochar como fertilizante têm potencial para combinar ganhos ambientais, geração de receitas e atração de investimentos, contribuindo para alavancar e acelerar a descarbonização do setor.

Embora a produção primária não esteja diretamente sujeita às obrigações do SBCE, o setor poderá assumir papel relevante como fornecedor de créditos de carbono, no mercado doméstico e internacionais.