Soluções Climáticas da Agropecuária a Caminho da COP30
18.11.24
O propósito deste documento é apresentar e debater o papel das soluções climáticas proporcionadas pela agropecuária e energias renováveis para os esforços necessários em alcançar a meta de limitar o aumento do aquecimento global em 1.5ºC do Acordo de Paris.
A ABAG, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a CropLife Brasil estão intrinsecamente ligadas a implementação de ações de mitigação e adaptação nos setores de agropecuária, energias renováveis e uso da terra. Dessa forma, apresentam contribuições com o intuito de cooperar com os debates que guiarão a participação brasileira na COP29, em Baku (Azerbaijão), mirando a COP 30 em Belém, em 2025.
Veja também
Opening Address at the 25th CBA[ 17.08.26 ]
Address by ABAG President Ingo Plöger during the Opening Ceremony of the 25th Brazilian Agribusiness Congress, held on August 10, 2026, at the Sheraton WTC São Paulo Hotel.
Discurso de Abertura do 25º CBA[ 17.08.26 ]
Discurso do presidente da Abag, Ingo Plöger, durante a Cerimônia de Abertura do 25º Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado no dia 10 de agosto de 2026, no Sheraton WTC São Paulo Hotel.
Esta é a versão executiva, um resumo da agenda que contempla uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas.
Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.
Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.
Agenda Estratégica da Agroindústria Brasileira[ 09.08.26 ]
Esta agenda organiza uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas. Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.
Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.
Produzido pela Carbonn Nature, Instituto Equilíbrio e IEAg, o estudo demonstra que o agro brasileiro ocupa uma posição estratégica na agenda climática nacional e internacional. A análise evidencia que o mercado de carbono pode funcionar como instrumento relevante de financiamento da descarbonização do setor.
Práticas como o manejo aprimorado de terras agrícolas, o tratamento de dejetos animais, a redução de metano entérico e o uso de biochar como fertilizante têm potencial para combinar ganhos ambientais, geração de receitas e atração de investimentos, contribuindo para alavancar e acelerar a descarbonização do setor.
Embora a produção primária não esteja diretamente sujeita às obrigações do SBCE, o setor poderá assumir papel relevante como fornecedor de créditos de carbono, no mercado doméstico e internacionais.
Opening Address at the 25th CBA[ 17.08.26 ]
Address by ABAG President Ingo Plöger during the Opening Ceremony of the 25th Brazilian Agribusiness Congress, held on August 10, 2026, at the Sheraton WTC São Paulo Hotel.
Discurso de Abertura do 25º CBA[ 17.08.26 ]
Discurso do presidente da Abag, Ingo Plöger, durante a Cerimônia de Abertura do 25º Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado no dia 10 de agosto de 2026, no Sheraton WTC São Paulo Hotel.
Esta é a versão executiva, um resumo da agenda que contempla uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas.
Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.
Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.
Agenda Estratégica da Agroindústria Brasileira[ 09.08.26 ]
Esta agenda organiza uma visão integrada sobre as capacidades que o Brasil precisa fortalecer para ampliar a competitividade da agroindústria nas próximas décadas. Mais do que um conjunto de propostas setoriais, constitui uma estratégia de longo prazo para o ambiente de negócios, ampliando as potencialidades produtivas nacionais, além de consolidar o protagonismo do Brasil na produção sustentável de alimentos, fibras, bioenergia, biomateriais e outras soluções de base biológica.
Para organizar essa visão de forma clara, integrada e de fácil compreensão, o material foi estruturada em uma arquitetura composta por 3 dimensões estratégicas, 7 pilares e 23 tópicos estruturantes.
Produzido pela Carbonn Nature, Instituto Equilíbrio e IEAg, o estudo demonstra que o agro brasileiro ocupa uma posição estratégica na agenda climática nacional e internacional. A análise evidencia que o mercado de carbono pode funcionar como instrumento relevante de financiamento da descarbonização do setor.
Práticas como o manejo aprimorado de terras agrícolas, o tratamento de dejetos animais, a redução de metano entérico e o uso de biochar como fertilizante têm potencial para combinar ganhos ambientais, geração de receitas e atração de investimentos, contribuindo para alavancar e acelerar a descarbonização do setor.
Embora a produção primária não esteja diretamente sujeita às obrigações do SBCE, o setor poderá assumir papel relevante como fornecedor de créditos de carbono, no mercado doméstico e internacionais.